domingo, 9 de dezembro de 2007

O dia da eternidade

Na véspera de completar cinquenta e sete anos de idade, morreu-nos. Talvez este verbo não se possa conjugar assim, pronominalmente. Foi no dia 9 de Dezembro, o dia de hoje. Morreu-nos, sim, definitivamente. Talvez este verbo não admita a forma transitória. «A eternidade é o estado das coisas neste momento». Ao lê-la, revivemo-la, constantemente.

3 comentários:

Maria disse...

Por isso ela é eterna.....

isabel victor disse...

morreu-(nos), sim ...

assim se deve conjugar o verbo ... quando (nos) morre uma parte (ou mesmo partícula) da nossa humanidade ...

com Clarice Lispector foi assim ...

morreu-(nos)

Bj* JAB

vague disse...

Também adora a Clarice?
Eu acho-a divinal, fantástica. Mais que uma das minhas escritoras preferidas ela é uma das minhas almas preferidas.